Os Superalimentos

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“Superalimento” é um termo utilizado para referir-se a alimentos com alto teor nutritivo, com propriedades extraordinárias e normalmente de origem exótica. Vamos falar brevemente sobre isso agora.

A bem da verdade, existe muita polêmica sobre este assunto: há quem diga que os superalimentos são uma grande farsa cujo objetivo é engambelar incautos, bem como há quem advogue a favor de cada um deles, atestando sua eficácia e seu elevado valor nutritivo.

 O importante, como em tudo na vida, é ter senso crítico e não acreditar em tudo o que se vê por aí, principalmente na Internet. Isso inclui tanto opiniões favoráveis quanto contrárias à ideia de superalimento.

Comida de verdade

Comida de verdade tem que ser colorida

Os críticos dos superalimentos costumam ter dois argumentos muito fortes.

O primeiro é a falta de pesquisas científicas que comprovem as propriedades nutricionais ou mesmo medicinais destes alimentos que acabam tornando-se “febre” entre os consumidores.

O segundo é de que ninguém precisa de alimentos exóticos, caros ou raros para ser saudável, bastando a pessoa alimentar-se de “comida de verdade”, ou seja: evitando alimentos ultraprocessados, enlatados, embutidos, ou quaisquer outros que passem por processos industriais. “Comida de verdade” seriam então alimentos mais orgânicos (tanto quanto possível), livres de processos industriais, tanto quanto possível saindo da horta (ou do campo, da roça, a escala de produção realmente não faz diferença) direto para a mesa.

A atração pelo novo

De maneira geral, o ser humano é naturalmente atraído para novidades, quase na mesma proporção que as teme.

O “mercado” sabe disso, e acaba incentivando a divulgação de informações que podem não ser tão exatas assim acerca de comidas exóticas, vegetais oriundos de lugares distantes, com o objetivo de ganhar dinheiro com as vendas.

De qualquer forma, em última análise, não parece que os cientistas tenham qualquer restrição contra os assim chamados superalimentos (como a linhaça ou a chia), mas sim com a desinformação promovida pelo comércio.

Ao consumidor cabe ter consciência e não se deixar levar por promessas ou por depoimentos fantasiosos. Dentro das possibilidades de cada um, é fundamental experimentar e testar qualquer adição à dieta, pois cada pessoa é um universo diferente e o que funciona para um pode não funcionar para o outro ou vice-versa.

Por fim, independente de qualquer aspecto, o mais importante é que a pessoa faça consultas regulares ao seu médico ou nutricionista, e que não limite suas fontes de informação apenas à Internet. É muito fácil criar um site e escrever qualquer coisa nele, sem compromisso com a verdade. Não se deixe iludir!